Lívia O. Marinho
em 03/07/2026
Finalmente alguem postando uma fotinha do cardápio kkkkk
Fui no Vila num sábado então ja esperava estar bem cheio como estava, os valores estavam um pouco salgados mas para a região nao tinha muito o que fazer ne?
Várias cadeiras e mesas, quando o pessoal começou a animar tiraram tudo pra todo mundo dançar, só achei ruim que como o espaço é pequeno o camarote ocupa boa parte então quando dançavamos na pista parecia horario de pico na linha amarela.
Os garçons são muito simpáticos 2 vezes a minha bebida veio congelada e trocaram de boas sem questionamentos, teve um moço que pediu um balde de cerveja de uma marca, veio outra marca e mesmo com 2 que eles ja haviam aberto cobraram somente o balde da marca certa. O caixa fica BEM la no final do salão então se estiver bem cheio é difícil de ir e voltar, já o segundo andar, quando fui estava fechado.
Resumindo: lugar bom pra quem gosta de música boa e curtir vibe balada, agora se vc está procurando algo mais tranquilo, sentadinho, cervejinha e sertanejo nao vai ser muito a sua vibe.
Ps. Tinha um cardápio de comidas tbm mas era bem carinho então nem olhei muito.
Pra começar: NÃO É BALADA SERTANEJA!
Conheci o bar em um sábado, à noite, os atendentes da rua me convidaram a conhecer e portanto, não paguei a entrada
(R$ 50,00), mas me cobraram o couvert (R$ 15,00).
Prometeram sertanejo e entregaram forró, que droga!
Avisem, poxa, assim ninguém perde tempo.
A balada é um corredor, apertada.
Paguei 21,00 na Spaten Long Neck
Banheiros limpos
Pista extremamente lotada
Tem o segundo piso, onde fica bem mais a vontade.
Não volto nunca nunca mais.
Nota 3/10
Beatriz Rosa
em 26/07/2026
Assédio e Omissão:
Compartilhei esta mensagem via direct, mas também acho importante compartilhar aqui para as mulheres que tem intenção de ir ao Vila.
Estive no Vila 567 ontem com uma amiga, e gostaria de relatar um caso muito incômodo que aconteceu.
Chegamos por volta das 00h30, e ficamos na região do bar do térreo, encostadas. Estávamos sozinhas, apenas nos divertindo.
Um homem completamente bêbado tentou conversar comigo, e eu rapidamente disse que não estava interessada. Era óbvio que ele estava completamente alcoolizado, cambaleando de um lado para o outro. Deixei bem claro que não tinha interesse e que namorava.
O rapaz do bar, um dos barman, chegou a ver a situação e no começo não disse nada. Este homem passou a noite INTEIRA nos rondando, nos tocando e nos incomodando. Falei com o barman (que tentou inventar uma desculpa pro homem mas assim que o homem não deu bola, não fez mais nada para nos ajudar), com duas seguranças perto dos banheiros e ao final, com um terceiro segurança perto do fumodromo.
Eu gostaria de entender até onde o homem teria que nos encher o saco, após reclamarmos com ele, ameaçarmos e ainda relatarmos com vocês, para que a equipe de segurança fizesse alguma coisa. Ele já estava nos tocando, nos deixando incomodadas, tivemos que gritar com ele e mesmo assim... nada.
A nossa palavra não foi ouvida, e nos sentimos extremamente infelizes. Tentamos tirar o maior proveito do resto da casa de vocês, pois gostamos muito. Mas a pergunta que ficou era: NÓS vamos ter que ir embora por que a casa em si não consegue mediar essa situação?
Ele teria que nos tocar diretamente para que acontecesse algum movimento? Invadir um banheiro com a gente? Deveria chegar ao ponto de abuso real, já que o assédio já estava ocorrendo?
Acho importante relatar este acontecido, pois eu acredito que nenhuma mulher deve ter a palavra duvidada uma, duas, três ou quatro vezes como tivemos as nossas. Falamos com 4 funcionários e nenhum veio entender mais a fundo o que estava acontecendo, ou foi conversar com o homem que, honestamente, não deveria nem poder beber mais uma gota de álcool.
Vi várias placas pelo ambiente falando que se a mulher não se sentisse segura, era para avisar, fazer sinais e denunciar. Assim o fiz, e saí com um senso de omissão por parte da casa.
Espero um dia poder voltar e ver que essa situação não vai se repetir, nem comigo, nem com nenhuma outra mulher.